Inscrições até 5 de julho para cursos gratuitos do Senai RJ. Petróleo e gás e automação são duas das opções

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Senai do Rio de Janeiro está com inscrições abertas para cursos técnicos, com aulas a distância e presenciais. São 492 vagas gratuitas, distribuídas nos cursos: Petróleo e gás, Automação industrial, Redes de computadores e Manutenção e suporte em informática. As inscrições podem ser feitas até 5 de julho, por meio do www.firjan.org.br/educamais. Os cursos estão previstos para iniciar em agosto.

Mais emprego em siderurgia, informática e eletrônica em MG

A região metropolitana de Belo Horizonte poderá ter incremento de 905 empregos diretos e indiretos devido a três protocolos de intenções assinados por representantes do governo de Minas Gerais que visam à expansão de unidades industriais nas áreas de siderurgia, informática e eletrônicos, totalizando investimentos de R$ 211,52 milhões.

Informática Industrial – Setor espera crescer 12% em 2011

Segundo dados fornecidos pela Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica – Abinee, o faturamento da indústria elétrica e eletrônica atingiu R$ 124 bilhões em 2010, o que representa um crescimento de 11% em relação aos R$ 112 bilhões em 2009.

Investimentos em alta no mercado de Eletroeletrônicos

No período de junho a agosto de 2010, o Sistema NEI realizou o Estudo de Intenção de Compras da Indústria Brasileira 2010/2011, que detectou intenção de investimento do setor eletroeletrônico acima de US$ 30 milhões nos próximos 12 meses para aquisição de produtos e serviços. Dentre os pesquisados, 18,6% têm intenção de comprar algum produto, equipamento e componente.

Máquinas e componentes do setor: as opções que estão surgindo

Economistas da Abinee – Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica que se dedicam a analisar o mercado específico da automação e da informática preveem um crescimento de 11% no faturamento do setor em 2010. Segundo a entidade, vários projetos estão saindo das gavetas e ga­nhando as pranchetas, sobretudo nas indústrias siderúrgicas, plantas de etanol e também nos setores químico, petroquímico, de papel e celulose, cimento, farmacêutico e mineração – não por acaso, os setores que mais precisam acelerar a automação de suas plantas.