País pode gerar 1,3 GW de energia elétrica a partir dos resíduos sólidos, diz Abrelpe

O 1,3 GW de energia elétrica a partir dos resíduos sólidos urbanos que o Brasil tem potencial para gerar, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais – Abrelpe, equivale ao fornecimento adicional de cerca de 932.000 MWh/mês, suficientes para abastecer seis milhões de residências ou mais de 20 milhões de pessoas.

Indústria e governo concordam pela primeira vez com a meta da sustentabilidade

Reduzir emissão de gases em 5% até 2020 é a meta acordada entre a Confederação Nacional da Indústria – CNI, Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC e Ministério do Meio Ambiente – MMA. “É a primeira vez que o governo e o setor produtivo acordam entre si um programa com meta voluntária, de redução de 5%. Precisamos providenciar inventários, medidores de emissões, financiamentos e reduções tributárias”, conta Fernando Pimentel, ministro do MDIC.

O que é sustentabilidade?

E emissões antropogênicas? Tomate orgânico? Outro dia, li uma matéria sobre o filólogo Evanildo Bechara que, do alto de seus 80 anos defende que devemos ser poliglotas em nossa própria língua, afinal, “ninguém vai à praia de fraque ou de chinelo ao municipal”

Anorexia e bulimia carbônicas: Eu só quero ser carbono neutro

A anorexia é caracterizada por um quadro de emagrecimento autoinduzido e inclui itens como medo intenso da obesidade, perda de 25% ou mais do peso esperado, distúrbio da imagem corporal e ausência de doenças físicas. Qualquer semelhança com a meta nacional de redução da emissão de gases de efeito estufa (GEE), entre 36,1% e 38,9% das emissões projetadas até 2020, é mera coincidência. Mesmo o Brasil já sendo uma economia de baixo carbono: nossas emissões per capita são metade da média mundial, nossa matriz energética é três vezes mais limpa e a matriz elétrica é 7,5 vezes mais limpa – somos hoje o que as obesas economias mundiais (carbono intensivas) gostariam de ser amanhã.

Cancún, Nagoya – Tão Longe, Tão Perto

Terminou em novembro de 2010 a 10ª Conferência das Partes da Convenção sobre Diversidade Biológica (COP-10) em Nagoya, no Japão (a 18.000 km de distância da maioria dos brasileiros). Nela o Brasil foi um dos principais líderes no processo para a adoção do Protocolo de Nagoya, acordo que trata da responsabilidade e indenização por efeitos adversos de danos ambientais causados. Foram estabelecidos também metas para 2011-2020, entre elas a de ampliar dos atuais 12,5% para 17% a área global de conservação em terra, de 1,5% para 10% as áreas marinhas e costeiras e recuperar pelo menos 15% das áreas degradadas.

Sustentabilidade e Inovação: produtos, serviços e embalagens III

Outro caso de bioinovação na indústria têxtil aconteceu na Novozymes Latin America.

A multinacional nórdica que apresentou, em Milão, uma nova técnica capaz de evitar a emissão de mil quilos de CO2 na atmosfera por tonelada de malha confeccionada detalhou sobre o uso de bioinovação na indústria têxtil, em Blumenau, Santa Catarina em agosto deste ano.

Novos caminhos: como a indústria será afetada pelas políticas públicas de mudanças climáticas

Está sendo desenvolvida a regulamentação políticas públicas (nacional, estaduais e municipais) de mudanças climáticas através de medidas reais, mensuráveis e verificáveis para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE). Isto ocorrerá de duas formas: i) através de metas de estabilização ou redução de emissões e ii) de metas de eficiência setoriais, tendo por base as emissões de gases de efeito estufa inventariadas para cada setor e parâmetros de eficiência que identifiquem, dentro de cada setor, padrões positivos de referência.