Sustentabilidade ética, social, ambiental e financeira nas empresas: pessoas, empresas e lucro – Parte III

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Como profissional, eu estou preparado para atuar em prol a sustentabilidade?

Para os profissionais, o conhecimento dessa temática e de suas práticas é de extrema relevância, pois devem ser conhecedores da tendência mundialmente discutida, a qual recai sobremaneira no fazer cotidiano de uma empresa. Tal fato é evidenciado nos processos de captação e retenção de talentos, nos quais os conhecimento e valores éticos são percebidos e valorados nestes contextos. Além de ser uma alavanca em seu portifolio, o tema e as práticas sustentáveis colocam o profissional que as utiliza, em uma categoria de profissionais globalizados, capazes de atuar em diferentes culturas e garantir sucesso em suas carreiras. As empresas sinalizam que necessitam de pessoas não só talentosas, mas éticas.

A conduta dos profissionais é ponto de debate, uma vez que, o objetivo é abrir a possibilidade de reflexão dos profissionais para a identificação de condutas antiéticas, como casos de fraudes em contratos e registros contábeis, suborno, desastres ambientais causados por práticas empresariais irregulares, escândalos envolvendo empresários em casos de prostituição, desvio de verbas, casos de assédio moral/Dano moral, assedio sexual, uso indevido de informações sigilosas, nepotismo, uso do patrimônio da empresa fora do horário de trabalho, abuso de poder, conflitos de interesse, atitudes de preconceito e discriminação, corrupção, entre outras. Estas situações avançam para ambientes multiculturais, cuja atuação dos profissionais devem estar alinhadas à aspectos éticos e culturais que interferem sobremaneira no mundo dos negócios, principalmente em culturas com características bastante diferenciadas, como Índia, China, Japão, Rússia, Países Árabes, entre outros.

Os valores como honestidade, credibilidade, transparência, respeito, compromisso, integridade, justiça, lealdade, responsabilidade, entre outros, são discutidos e se destacam no alinhamento de conduta sustentável.

Crédito: artigo escrito por Ana Paula Arbache, sócia diretora da Arbache Consultoria e responsável pelas ações de gestão de pessoas, cidadania corporativa, sustentabilidade ética, social e ambiental.

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