Setor de compósitos fatura R$ 831 mi no 3º trimestre, 3% a mais em relação ao período anterior

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O segmento nacional de materiais compósitos faturou R$ 831 milhões no terceiro trimestre, resultado 3% superior ao registrado nos três meses anteriores e 8,1% maior que o do mesmo período de 2012. Foram processadas 53.600 toneladas de matérias-primas de julho a setembro, alta de 2,3% em relação ao segundo trimestre, e, frente ao terceiro trimestre do ano passado, houve aumento de 4,4%. As informações são da Maxiquim, consultoria contratada pela Associação Latino-Americana de Materiais Compósitos – Almaco.

Agronegócio, construção civil e energia eólica foram os responsáveis pelo resultado positivo, avaliou Gilmar Lima, presidente da Almaco. “Esses mercados tendem a permanecer aquecidos no quarto trimestre, inclusive devem compensar a queda da demanda das montadoras de ônibus e caminhões causada pelas incertezas do cenário econômico em 2014”, observou.

O consumo de matérias-primas no quarto trimestre, projeta a Maxiquim, será de 54.100 toneladas, o que representará R$ 846 milhões. No ano, os indicadores apontam para faturamento do setor de compósitos de R$ 3,249 bilhões (+8,9%) e produção de 210.000 toneladas (+1,6%). “Mantemos a visão de um ano com crescimento, só que marcado pela perda de competitividade e rentabilidade de toda a cadeia produtiva, devido à desvalorização do real e ao aumento do custo Brasil”, comentou Lima.

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