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Seis “toques” para melhorar rapidamente o desempenho em seu almoxarifado

fevereiro 19, 2013
Tempo de leitura 2 min

Quer melhorar rapidamente o desempenho em seu almoxarifado? Que tal quebrar alguns paradigmas e realizar as melhorias de baixo para cima?

Deixe de lado a tradicional melhoria top-down (de cima para baixo) e viabilize o bottom-up (de baixo para cima). Atue de forma a depender menos do nível tático e mais do nível operacional. Como fazer isso na prática?

Primeiro, crie um ambiente propício para a melhoria contínua, estimulando a sua equipe a pensar e agir, incluindo as lideranças do chão do almoxarifado.

Segundo, busque a reciclagem e a capacitação da sua equipe operacional em conceitos técnicos. Qual foi a última vez que treinou a sua equipe de conferentes, operadores de empilhadeira, separadores, auxiliares operacionais, entre outros?

Terceiro, treine a sua equipe operacional na aplicação das ferramentas da qualidade total, como PDCA, 5W2H, Diagrama de Ishikawa, brainstorming, entre outros.

Quarto, crie grupos de trabalho focados em determinados aspectos da operação do almoxarifado, como nível de acuracidade do estoque, avarias, furtos, produtividade dos equipamentos de movimentação e da mão de obra, combate ao efeito colmeia, entre outros. Junto com a equipe, desenvolva e detalhe os planos de ação correspondentes, definindo iniciativas-chave, prazos e responsabilidades.

Quinto, desenvolva e implante indicadores de desempenho e metas para o monitoramento dos resultados obtidos. Aja rapidamente em caso de ocorrência de desvios significativos.

Sexto, premie as melhores ideias e iniciativas. Defina com a alta e média direção algum modelo de remuneração variável ou premiação.

Com o tempo, aprimore todo esse processo e combine a melhoria top-down com a bottom-up.

Mas, não se esqueça, treinamento é fundamental. Sem ele, esqueça. Todo esforço será em vão. Comece com treinamentos básicos e gerais e, com o tempo, selecione temas específicos e de maior profundidade. Crie, na sua empresa, uma cultura de renovação e aprimoramento contínuo do nível de conhecimento.

Crédito: artigo escrito por Marco Antonio Oliveira Neves, diretor da Tigerlog Consultoria e Treinamento em Logística Ltda.

 

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1 comentário

  • Responder Ramiro Montano fevereiro 27, 2013 at 3:16 am

    Te faltaron 2 muy importantes la primera es ser un ejemplo a seguir como lider (walk to talk) y segundo crear standarized work con actividades que agregen valor con los operarios.

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