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Reciclagem tem amplo fôlego para crescer no Brasil, diz consultora

maio 27, 2013
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Pesquisa da Maxiquim Assessoria de Mercado, que compreende de 2003 a 2011, dados mais recentes, aponta estabilidade na capacidade ociosa das empresas de reciclagem. “Permaneceu entre 33% e 37%. Se para a indústria de transformação esse coeficiente é fatal, para a reciclagem é normal, significa que temos muito fôlego para fortalecer a atividade no País”, comentou Solange Stumpf, diretora da Maxiquim, durante palestra na Conferência Feiplastic – Feira Internacional do Plástico. Ela acrescentou que o Brasil descarta 2,6 milhões de toneladas e recicla 736 mil toneladas, predominantemente por meio da reciclagem mecânica. A feira foi realizada de 20 a 24 de maio, em São Paulo. 

Na apresentação, a diretora também comentou a geração de empregos no setor. Segundo ela, entre 2010 e 2011, o número de trabalhadores saltou de 18.288 para 22.705. O faturamento geral em 2011 foi de R$ 2,39 milhões, aumento de 22% em relação a 2010. Quanto à indústria de reciclagem mecânica, o Sudeste representa 55,5% do total; o Sul, 27,7%; e o Nordeste, 9,9%.

Solange apresentou ainda os destinos mais comuns dos materiais produzidos com matéria-prima reciclada no Brasil. As indústrias de bens de consumo não duráveis e semiduráveis são as maiores absorvedoras, representando 41%. A construção civil está em segundo lugar, com 16%.

Em 2003 as empresas recicladoras eram 492, em 2011, o número saltou para 815. “A informalidade dificulta a estimativa, pois somente 22% de todas as empresas do segmento no Brasil têm CNPJ”, informou a diretora.

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