Comércio/Logística

Papel higiênico: tudo que você precisa saber para comprar o papel descartável certo para a sua empresa

Redação de NEI
Escrito por Redação de NEI em 29 de junho de 2020
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O uso do papel higiênico é tão prático e comum que nos impede associar a humanidade sem o produto. Por este lado, o avanço da tecnologia beneficiou toda a produção desse insumo descartável e revolucionou a fabricação com papel neutro e virgem que não impacta negativamente no meio ambiente. 

Todo o processo fabril parte da modernidade e do avanço tecnológico que elimina a poluição expressiva no ecossistema e mantém a confecção com qualidade e conforto contando com testes, regulamentações, facilidade e equilíbrio do produto. 

Contudo, conhecer a produção e os tipos de papéis higiênicos é essencial para realizar a fidelização da categoria e contribuir com a redução de impactos no meio ambiente. Esse post foi criado justamente para sanar todas as dúvidas que pairam sobre a fabricação, os modelos de papel descartável e toda a história do item higiênico desde a sua invenção.

Qual a origem do papel higiênico?

O uso do papel higiênico é tão habitual que inevitavelmente é difícil imaginar a civilização sem os benefícios do papel descartável. Porém, a origem se dá, inicialmente, em meados do século II a.C.. com menções nas obras de alguns escritores chineses, como Yan Zhitui. 

Anos mais tarde, em 859 a.C.. há citações ainda mais detalhadas de viajantes muçulmanos que, ao deferir a higiene pessoal, usou o papel descartável como base. Talvez, pelo pouco recurso da época, a limpeza individual não era necessariamente com o papel fino de absorvente que ligeiramente tornou-se comum. A prática do item higiênico consiste em um histórico de adaptações que o tempo e a indústria foram capazes de mudar para melhor e garantir ainda menos impacto no meio ambiente. 

Durante a dinastia de Yuan, há relatos de fabricação em massa de rolos de papéis higiênicos. Cada rolo tinha aproximadamente dez mil folhas de papel, mas não existem evidências do tipo de material utilizado e da produção técnica. Contudo, todos estes rolos eram única e exclusivamente para uso da corte imperial. 

Outra confecção em massa evidenciada surgiu também na dinastia Ming, tempos depois. Também para uso imperial, a corte solicitava a produção de 700.000 folhas de papel para uso pessoal da nobreza. Pode-se considerar que os chineses foram os inventores do papel higiênico. 

A caminho da modernidade e da invenção tecnológica, a higiene pessoal passou a ser um critério adotado essencialmente para todas as classes sociais. Passando de restrita para uso convencional e universal. Isto se deu a partir da era moderna em 1857. Ao longo da pré invenção dos chineses até o decorrer da comercialização geral do papel higiênico, foram usados como item de limpeza pessoal:  sedas, folhas de hortelã, sabugos de milhos e água.

Joseph Gayetty foi o criador da patenteada produção de papel higiênico em 1857. Utilizando da prerrogativa “um produto completamente puro para sua higiene”, Gayetty impulsionou a confecção de folhas de papel manilha, sem branquear e com a marca d’água do inventor.  

Apesar da excelente ideia e da grande produção, a falta de investimento publicitário não gerou muito sucesso comercial. Só mais tarde, em 1879, a empresa Scott Paper Company, sediada na Filadélfia, passou a elaborar os primeiros rolos de papel feitos de papel que decompõe-se facilmente lançado em uma fossa séptica. Impulsionado por uma campanha publicitária e grande investimento em marketing, o mercado comercial foi conquistado. 

Hoje em dia, o papel higiênico é diverso em sua usabilidade e deu margem para o crescimento de marcas e melhoramento de material com efeitos menos gradativos no meio ambiente. 

Como é feito o papel higiênico?

Apesar de manter as origens de produção, a composição química do papel higiênico passa por um variado processo conforme a planta constituída da celulose. 

A celulose é um polímero (polissacarídeo) construído a partir de monômeros de β-D-Glucose (C6H12O6) que contém 5 grupos álcool (OH) e um grupo aldeído (COH) no carbono 1.

Os constituintes majoritários de produção são lignina, celulose e hemiceluloses, já os minoritários são substâncias minerais, proteicas, ácidos gordos e ácidos resínicos. 

O papel higiênico é produzido a partir da madeira eucalipto de onde são extraídas a celulose convertidas em papel, após um árduo processo industrial. A palha da cana também pode ser utilizada na produção do papel higiênico. 

A qualidade do papel higiênico 

Papel interfolhado e folha dupla

Visto que as produções do papel higiênico é constante e variável, é importante se atentar às características que determinam a qualidade do material e não afeta diretamente o meio ambiente. Dentre essas medidas, é necessário que o papel atenda para tais requisitos:

  • Hidrossolubilidade: Delibera o quanto o papel é solúvel em água, atuando diretamente no impacto ao meio ambiente e na redução de lixos, principalmente em banheiros corporativos;
  • Absorção: Papéis com alta absorção possuem resistência à umidade e ao contato direto com água. Não necessariamente podem ser descartados em vasos sanitários, mas possuem estabilidade em contato com líquidos; 
  • Resistência: A produção do papel descartável precisa ser estável quanto ao contato direto e indireto com água mesmo que o descarte seja em lixeira ou em outros meios.

Quais são os tipos de papéis higiênicos?

A constante usabilidade e necessidade universal do papel higiênico favoreceu todas as produções e inovações que partiram da idéia da higienização. O avanço da produção tecnológica deu margem para inovações que favorecem a aplicação sem provocar irritações e alergias na pele, passando por testes dermatológicos e neutralidade para o descarte. 

Os tipos de papel descartável também variam. Abaixo, listamos os principais modelos no mercado que são ideais para empresas, estabelecimentos e residências. 

  • Papel interfolhado: Também conhecido como papel higiênico cai cai é recomendado para empresas e residências por ser o mais higiênico do setor. Isto ocorre porque o usuário toca apenas na folha que será utilizada. O tamanho do dispenser do produto do papel higiênico interfolhado costuma ser mais compacto;
  • Papel higiênico folha tripla: este papel possui três folhas em sua extensão e é considerado o papel mais macio do mercado. Possibilita uma experiência positiva aos usuários e excelente absorção com uma quantidade menor de papel para uso. É indicado para as empresas que desejam causar excelente impacto;
  • Papel higiênico folha dupla: possui duas folhas e isso resulta em um ótimo custo-benefício, pois possui um desempenho superior. Este produto também é considerado Premium e, geralmente, é a escolha de grande parte das empresas que se preocupam com qualidade;
  • Papel higiênico folha simples:  consiste em produção neutra e folhagem suave que possuem uma única folha;
  • Papel higiênico rolão: modelo econômico indicado para suporte de papel, especialmente utilizado em empresas, estabelecimentos comerciais e shoppings com grande fluxo de pessoas. São macios e confortáveis.

Principais marcas de papel descartável no Brasil 

No Brasil, a manufatura do papel descartável ocorre desde a produção em massa de 1857. Porém, há indícios de fabricação em 1809 na cidade do Rio de Janeiro. Chegando em São Paulo, logo depois, com o desenvolvimento industrial proporcionado pela vinda de imigrantes europeus. 

Hoje, no Brasil, há uma grande variedade de marcas sólidas no mercado. Algumas se destacam por assumir responsabilidade com a produção sustentável e outras por terem um grande impulsionamento publicitário atendendo, sobretudo, a demanda de qualidade e conforto. Veja agora as principais marcas comercializadas no Brasil. 

  • Papel higiênico Personal: popular no segmento, a marca consolida o grupo Santher, presente no mercado há 81 anos. A Personal possui diversos modelos de papéis higiênicos e todos têm como objetivo garantir praticidade, conforto e bem-estar; 
Papel higiênico Personal
  • Papel higiênico Neve: A marca nasceu em 1973 como primeiro papel higiênico folha dupla, o que se tornou tradição depois. A Neve tem um posicionamento sólido e premium do produto higiênico, contando com qualidade, maciez e componentes leves. É popular no Brasil devido da propaganda do mordomo Alfredo, interpretado, na época, por Turíbio Ruiz. Invariavelmente, o personagem trazia rolos de NEVE em uma bandeja de prata para atender um chamado de emergência da patroa, no característico grito de “Alfredooo”. 
Papel higiênico Neve
  • Papel higiênico Nobre: presente no mercado há 11 anos, a produção do papel sanitário consiste em inovação, qualidade e sustentabilidade. Os papéis descartáveis da marca são macios e com modelos diferentes; 
Papel higiênico Nobre
  • Papel higiênico Fofinho: os papéis descartáveis da Fofinho atendem ao nome da marca. O papel higiênico macio é leve, com fácil desenrolamento e praticidade. São neutros e branquíssimos, além de ser uma das marcas favoritas do consumidor. A Fofinho é responsável por proporcionar bem-estar e conforto através de suas folhas macias; 
Papel higiênico Fofinho
  • Papel higiênico Ouroppel: com diversas categorias, a marca fornece papéis descartáveis em diversos tipos e com ampla delicadeza e conforto. A empresa se preocupa em fornecer as melhores tecnologias comprometidas com a sustentabilidade e a preservação ambiental; 
Papel higiênico Ouroppel

O papel higiênico certo para a sua empresa

As rotinas corporativas exigem maior praticidade possível durante a higienização. Com isso, disponibilizar papéis higiênicos de qualidade é de total importância para todos os segmentos empresariais. 

Opte por marcas conceituadas que garantem a qualidade na composição e atuem em conformidade com a preservação ambiental e a praticidade do tecido higiênico!

Os modelos de papel higiênico rolão são as melhores opções para banheiros de estabelecimentos alimentícios, shoppings e escritórios, pois possuem maior desempenho para o desenrolamento e são econômicos. 

Invista em porta papel! Afinal, o suporte equilibra os rolos higiênicos e são mais fáceis de usar. Além disso, evita que as exterioridades do papel se desenvolva desnecessariamente. 

Não escolha marcas sem procedência comprovada! A composição do papel higiênico ainda que simples, é extremamente específica e precisa ser regulamentada. Produções que não atendem aos requisitos de confecção podem desenvolver alergias e irritações quando tiverem contato com a pele. 

Escolha o tipo de modelo adequado à sua empresa! Verifique as necessidades do ambiente e opte pelo modelo mais qualificado. Invista em qualidade e bem-estar sempre!

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