Economia

Nova planta de liquefação de CO₂ da Air Liquide inicia operações em outubro

Redação de NEI
Escrito por Redação de NEI em 21 de outubro de 2020
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Unidade instalada na região do Grande ABC (SP), vai captar o gás carbônico, liquefazê-lo e disponibilizá-lo para uso em diferentes processos medicinais e industriais, contribuindo para reduzir a emissão de gases do efeito estufa.

A Air Liquide Brasil, empresa de gases, tecnologias e serviços para a indústria e saúde, anuncia o início das operações de sua nova unidade de liquefação de gás carbônico (CO₂).

As atividades na planta, instalada no Polo Petroquímico de Capuava, na região do Grande ABC (SP), começam em outubro.

A construção da nova planta foi anunciada pelas duas empresas em outubro de 2019. Nesta unidade de liquefação, a Air Liquide Brasil vai captar o CO₂ produzido pelas operações de um cliente também instalado no Polo, purificá-lo e disponibilizá-lo na forma líquida, a fim de que possa ser reutilizado em diversas atividades industriais e medicinais.

O projeto se destaca por seu viés sustentável: estima-se que a nova planta terá capacidade para absorver 20 mil toneladas de CO₂ ao ano, evitando a dispersão deste que é um dos gases que provocam o efeito estufa. A capacidade é equivalente à de mais de 142 mil árvores, que precisariam ser plantadas para absorver o volume de CO₂ que será processado anualmente com a operação da planta da Air Liquide Brasil.

Uso do gás carbônico

O gás carbônico processado na nova planta poderá ser utilizado, por exemplo, na carbonatação de bebidas e no preparo de misturas gasosas aplicadas em atividades industriais diversas. O produto atenderá ainda aos mais exigentes padrões de qualidade para uso alimentício, conforme estabelecido pela ISO 22000 – Food Grade.

De acordo com Alexandre Bassaneze, Diretor Geral da Air Liquide Brasil, o início das atividades da planta de liquefação de CO₂ se dará conforme o cronograma previsto no projeto e também vai atender à crescente demanda do mercado por unidades industriais capazes de ‘transformar’ o gás carbônico para a forma líquida, promovendo a sua correta destinação final.

“Mesmo com a crise gerada pela pandemia, seguimos com o projeto e o estamos entregando sem adiamentos ou atrasos”, comenta Bassaneze.

“A nova unidade vai ampliar a disponibilidade de CO₂, suprindo inclusive eventuais lacunas geradas pela interrupção dessa atividade nesse momento pandêmico”, completa.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Air Liquide Brasil

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