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Nissan inicia atividades no complexo industrial em Resende

maio 15, 2014
Tempo de leitura 2 min

Começam as produções em série no complexo industrial da Nissan em Resende-RJ, com 220 mil m2 de área construída. O investimento de R$ 2,6 bilhões originou planta com ciclo de produção completo, da área de estamparia até as pistas de testes, incluindo chaparia, pintura, injeção de plásticos, montagem e inspeção de qualidade. As atividades iniciam com a fabricação do novo automóvel New March e do motor 1.6, 16 V, flexfuel – equipado com bloco de alumínio. No total, tem capacidade para produzir até 200 mil veículos e 200 mil motores por ano.

Além das fábricas, a empresa montou área ao lado da unidade de Resende para receber fornecedores, que já abriga quatro fabricantes de autopeças. Outros dois operam dentro da fábrica de veículos. A expectativa é incluir mais fornecedores no complexo. Assim, além de reduzir os custos com logística e deixar a produção mais ágil, a Nissan pretende aumentar gradativamente o índice de integração local de peças de seus veículos e motores produzidos no Brasil. O objetivo é chegar a quase 80% até 2016.

Cerca de 1.500 pessoas já trabalham na área e a previsão é somar dois mil empregos diretos. Todos os funcionários da nova unidade passaram por formação no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – Senai de Resende e dentro da Nissan. Além disso, mais de 300 tiveram treinamento de até três meses fora do País, em fábricas da companhia no Japão, México, Estados Unidos e Inglaterra. No último ano, para a realização da capacitação técnica dos funcionários, a empresa investiu R$ 9 milhões.

No total, 88 robôs são usados na linha de produção. Na maioria das áreas, o transporte dos automóveis durante o processo é realizado por Automatic Guided Vehicles – AGVs, pequenos robôs autoguiados que conduzem carrinhos de peças e plataformas.

A estamparia conta com linha de prensas com quatro estágios, sendo o primeiro estágio de 2.400 toneladas e os três restantes com 1.000 toneladas cada. A área dispõe de tecnologia de transferência em V-Transfer, em que as peças são transferidas de uma estação para outra automaticamente.

“Nossa meta é atingir 5% de participação de mercado, ser a primeira entre as marcas japonesas e a líder em qualidade de produtos e serviços no Brasil até 2016”, afirmou Carlos Ghosn, presidente e CEO global da Nissan.

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