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Manufatura aditiva: prós e contras na hora de especificar

julho 4, 2011
Tempo de leitura 1 min

Conhecida como prototipagem rápida, a manufatura aditiva foi tema da palestra ministrada por Jorge Vicente Lopes da Silva, chefe do Desenvolvimento do Produto do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer e Ministério da Ciência e Tecnologia, durante o NEI International industrial Conference & Show. Segundo o especialista, a tecnologia acelerou o ciclo de desenvolvimento de produtos em todos os segmentos industriais, gerando protótipos fiéis aos modelos 3D computacionais de maneira rápida. É capaz de produzir moldes para injeção de peças plásticas diretamente e também pequenas séries de peças para uso final, embora, afirme Jorge Vicente, neste último caso, exista ainda limitação nas propriedades dos materiais, não atendendo integralmente a aplicação.

Atualmente, existem cerca de 30 processos comercialmente disponíveis e outros em bancadas de pesquisa. São processos baseados em fenômenos químicos, como a polimerização de uma resina líquida, fenômenos físicos, como a sinterização ou fusão de um material em pó sob o efeito do calor ou até mesmo na união de material na forma de folhas coladas. Independente do processo utilizado, o paradigma principal é a produção pela deposição de camadas sequenciais, permitindo a grande liberdade na modelagem computacional de formas geométricas complexas.

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