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As novidades para incrementar projetos e reduzir o consumo de energia

junho 30, 2016
Tempo de leitura 3 min

A cada ano cresce a participação da eletroeletrônica nos produtos finais e em toda a cadeia produtiva, inclusive no setor de bens de capital. Para os fabricantes de máquinas e equipamentos, as novas soluções contribuem com os novos projetos e incrementos de novos modelos e sistemas. Nesse campo, as inovações acontecem com rapidez, por isso trazemos na seção especial “Eletroeletrônica Industrial”, da edição de julho da Revista NEI, algumas soluções pesquisadas nos mercados nacional e internacional que podem ajudar sua empresa a melhorar e inovar seus processos.

A seção traz também produtos voltados à medição e economia de energia. A indústria, no Brasil, é considerada a maior consumidora de energia elétrica, respondendo por cerca de 40% do consumo. Setores como siderurgia, petroquímica, papel e celulose são os campeões. Segundo informações da WEG, cerca de 70% da energia utilizada na indústria é consumida por motores elétricos, abrindo mercado para os modelos de alto rendimento. Por isso, produtos que ajudam a controlar, medir e consumir menos energia interessam à indústria.

Além do uso de produtos mais eficientes e a adoção de fontes de energia renovável, é importante e recomendável que a indústria considere em seu planejamento um plano de eficiência energética capaz de ajudar a identificar perdas em etapas produtivas, mapeando cada processo. A gestão do consumo auxilia a monitorar recursos e desenvolver indicadores, podendo, assim, identificar oportunidades de melhoria e de redução de custos.

A Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia – Abesco dá algumas orientações para reduzir o consumo de energia, entre elas a utilização de sistemas de automação; a instalação de lâmpadas mais eficientes, luminárias com melhor refletância, reatores eletrônicos, sensores de presença e temporizadores; e a adequação de grandezas elétricas, como harmônicos e fator de potência, às características da operação. Outra dica recai na substituição de insumo energético, como energia elétrica por energia solar em caso de aquecimento de água. A adoção dessas e de outras ações para reduzir o consumo de energia, passando pela modernização dos equipamentos e materiais que compõem um sistema energético, e aperfeiçoamento do processo produtivo, proporcionam, segundo a Abesco, redução de custos com manutenção e ainda aumento da vida útil dos sistemas substituídos, entre outros benefícios.

O setor eletroeletrônico – Segundo informações da Abinee – Associação Brasileira da Indústria Eletroeletrônica, a produção do setor eletroeletrônico sofreu retração de 24,2% no acumulado dos quatro primeiros meses de 2016 em relação ao mesmo período de 2015 – um reflexo de toda a conjuntura político-econômica atual.  Sondagem realizada também pela Abinee, contudo, revela que empresas do setor eletroeletrônico voltarão a investir a partir de 2017. Segundo o levantamento da entidade, das empresas que suspenderam aportes em aumento da capacidade produtiva até abril deste ano, 47% planejam retomá-los no próximo ano.

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