Como vencer resistências internas à inovação

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Medo do desconhecido, risco de insucesso, dificuldade para organizar as informações, exigência de dedicação e desconexão com o resultado imediato são os principais fatores que dificultam a implantação de uma cultura de inovação nas empresas, afirmou Waldomiro Modena Filho, presidente da Festo Brasil, em sua palestra “Como vencer resistências internas à inovação” apresentada no NEI International Conference & Show. Segundo o executivo, para vencer as resistências é preciso identificar as resistências internas, reconhecer as necessidades, dedicar recursos, buscar informação e apoio, desenvolver ações de curto prazo e divulgar resultados. “A resistência à mudança é um fator previsível e ao mesmo tempo adaptável. Cabe à organização e, principalmente, ao gestor, analisar, compreender e envidar os esforços no sentido de alinhar os fatores determinantes da mudança, buscando o melhor resultado para a empresa e os indivíduos”, orientou Modena.

O presidente da Festo conceituou ainda os quatro tipos de inovação: do produto, do processo, organizacional e de marketing. A inovação de produto prevê a introdução no mercado de produtos ou serviços novos ou significativamente melhorados; a inovação de processo refere-se à implementação de novos ou significativamente melhorados processos de produção ou logística de bens ou serviços; a inovação organizacional abrange a implementação de novos métodos organizacionais na prática do negócio, organização do trabalho e/ou relações externas; e a inovação de marketing consiste na introdução de novos métodos de marketing, envolvendo melhorias significativas no design do produto ou embalagem, preço, distribuição e promoção.

Waldomiro ainda explicou os dois tipos de inovação em função da origem: Closed Innovation, processo que limita o conhecimento ao uso interno de uma empresa, sem usufruir ou utilizar somente um pouco do conhecimento exterior; e Open Innovation, processo que usa fontes e informações externas, melhorando a gestão do conhecimento e, entre outros, o conhecimento tácito da empresa, como objetivo de acelerar o processo de inovação.

Confira entrevista com o palestrante:

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