USP inaugura em setembro laboratório para desenvolver soluções aplicadas ao pré-sal

A Escola de Engenharia de São Carlos – EESC da Universidade de São Paulo – USP inaugurará em 4 de setembro o Laboratório de Escoamentos Multifásicos Industriais – LEMI, financiado pela Petrobras com objetivo de desenvolver tecnologias que envolvam soluções na área de exploração e produção com aplicações no pré-sal. O prédio de 2 mil m2, localizado no campus 2 da USP, em São Carlos-SP, está em fase de acabamento.

Santo André tem posto para auxiliar o cadastro de candidatos a fornecedores da Petrobras

O Posto Avançado de Cadastramento – PAC da Petrobras, recém-inaugurado na sede da Agência de Desenvolvimento Econômico do Grande ABC, em Santo André, tem como objetivo esclarecer dúvidas sobre o preenchimento do cadastro eletrônico de candidatos a fornecedores de bens e serviços da Petrobras, que é consultado com frequência para processos licitatórios.

Coppe inaugura centro de pesquisa para separar CO2 do gás natural

A Coppe – Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia já conta com o Centro de Excelência em Gás Natural – CEGN. Na unidade, localizada no Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, com 2.200 m2, serão estudados diferentes processos destinados à separação do dióxido de carbono – CO2 do gás natural. Após sua separação, o CO2 é reinjetado nos poços de petróleo, agilizando a extração do óleo e do gás. A remoção traz vantagens econômicas e ambientais.

Ugas Brazil Forum 2013: mercado está otimista para explorar gás de produção não convencional no Brasil

Representantes da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP, Ministério de Minas e Energia – MME, Cemig, Secretaria de Desenvolvimento de Estado de Minas Gerais e outras entidades públicas e privadas do setor petroleiro brasileiro participaram do primeiro dia de apresentações de debates do Fórum Nacional de Exploração de Gás Não Convencional – UGas Brazil Forum 2013. Questões essenciais para o setor foram abordadas, como regras, desenvolvimento da cadeia de valor, financiamentos de projetos e inovações tecnológicas para explorar estas novas reservas. Para os especialistas do setor, o gás de xisto (também conhecido como folhelhos) é um dos principais itens que vai impulsionar o desenvolvimento da indústria petroleira.

Recorde: Petrobras produz 2,139 milhões de barris/dia

O desempenho contribui para a redução das importações de derivados, respeitando integralmente os princípios de Segurança, Meio Ambiente e Saúde – SMS que norteiam as ações da Companhia. Este é o terceiro recorde mensal de processamento de petróleo atingido em 2013.

Unicamp terá laboratório para pesquisa de exploração de petróleo e gás

Estudos no campo da visualização científica devem ganhar novo fôlego com a conclusão das obras de um laboratório na Universidade Estadual de Campinas – Unicamp financiado pela Petrobras, disse José Mario de Martino, professor da Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação – FEEC. O objetivo do projeto é prover infraestrutura para pesquisa e desenvolvimento de soluções voltadas aos problemas relacionados à exploração de petróleo e gás.

Pré-sal – novas tecnologias para a indústria do petróleo

A indústria do petróleo tem se deparado com condições progressivamente mais difíceis, exigindo tecnologias cada vez mais avançadas. O desenvolvimento de novos materiais, mais resistentes e espessos, capazes de suportar altas pressões em águas profundas; e o aprimoramento das técnicas de geofísica para se “enxergar” abaixo da camada de sal, como uma “radiografia” da subsuperfície, são alguns exemplos dos avanços tecnológicos para exploração de petróleo e gás, de acordo com Ricardo Cabral de Azevedo, professor do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo – USP.

“A indústria pode ser maior e melhor”

Vamos avistar o ano de 2022. De toda a produção mundial de industrializados, 2,2% sairão do Brasil. Hoje, nossa participação é de 1,7%. A produtividade média da indústria brasileira crescerá 4,5% ao ano, saindo dos atuais 2,3% registrados nos últimos 20 anos. A taxa de investimento (formação bruta de capital fixo sobre o PIB), atualmente de 18,1%, saltará para 24%. Consequentemente, as melhores relações entre empregado e empregador do Fórum Econômico Mundial levarão o Brasil a ocupar a 40ª posição no ranking mundial, saindo do 72º lugar.