Mercedes-Benz aplica adesivos em máquinas e equipamentos para reduzir energia

Após implementar nas instalações produtivas, áreas administrativas e de infraestrutura, recursos para o acionamento automático, a Mercedes-Benz do Brasil, em São Bernardo do Campo-SP, lança campanha interna que consiste em colocar adesivos em máquinas de setores que apresentam as maiores perdas energéticas para conscientizar os funcionários. Até este mês, mais de 2 mil equipamentos receberão os adesivos.

Com tanque de águas pluviais no Guarujá, Dow pretende recuperar 50 milhões de litros por ano

Para aumentar a coleta de água de chuva em diversos pontos da sua planta fabril no Guarujá-SP, a Dow construiu um tanque com capacidade de 450 mil litros e realizou ajustes na bacia de contenção capaz de armazenar mais 700 mil litros, totalizando capacidade de armazenagem de mais de 1 milhão de litros de águas pluviais. A expectativa é recuperar 50 milhões de litros de água por ano, quantidade que reduz significativamente a demanda por água de fontes externas do Complexo Fabril do Guarujá.

Soluções que ajudam a indústria a usar de modo eficiente água e energia

Água e energia são recursos importantíssimos para as atividades industriais. O cenário atual, marcado pela falta de água, crise de racionamento e custos altos de energia, sobretudo porque nossa matriz energética é dominada pelas hidrelétricas, desafia as fabricantes a lançar novos produtos que utilizam de forma racional água e/ou energia, visando proporcionar “alívio” ao meio ambiente e economia financeira aos negócios, sem perder qualidade e produtividade. Nesta seção estão reunidas diversas novas soluções para beneficiar as fábricas, já que o setor industrial é, segundo o Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022, elaborado pela CNI, o maior consumidor de energia elétrica no Brasil, respondendo por cerca de 43% do consumo total.

Driblando as crises a partir de novas tecnologias

A indústria brasileira tem, neste ano, a difícil tarefa de enfrentar, além da crise econômica, as crises hídrica e energética, todas de uma só vez. Para driblar essa conjunção de fatores, a indústria precisa se planejar e ainda administrar de forma eficiente recursos como água e energia, indispensáveis à atividade industrial.

País pode gerar 1,3 GW de energia elétrica a partir dos resíduos sólidos, diz Abrelpe

O 1,3 GW de energia elétrica a partir dos resíduos sólidos urbanos que o Brasil tem potencial para gerar, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais – Abrelpe, equivale ao fornecimento adicional de cerca de 932.000 MWh/mês, suficientes para abastecer seis milhões de residências ou mais de 20 milhões de pessoas.

Brasil sediará em 2016 a primeira edição latina da Pollutec

novo espaço de eventos, o São Paulo Expo, antigo Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo-SP, será realizada a primeira edição na América Latina da feira bianual de origem francesa Pollutec. Já realizada também no Marrocos e Argélia, a Feira Internacional de Tecnologias e Soluções Ambientais é dedicada a apresentar as mais recentes inovações para o setor ambiental no mundo.

Cooperação com clientes: uma forma de responder à Política Nacional de Resíduos Sólidos e de melhorar o desempenho ambiental organizacional

O governo brasileiro, a exemplo de outros países em desenvolvimento, tem buscado instituir um ambiente político legal para a modernização ecológica, que prega a coexistência entre desenvolvimento econômico e ambiental. Como consequência, foi promulgada em 2010, com data de definitiva efetivação em 2014, a nova Política Nacional de Resíduos Sólidos – PNRS, que propõe, dentre outros aspectos, a responsabilidade estendida entre produtores, distribuidores, varejistas e consumidores finais com o pós-consumo dos produtos e embalagens.

FLC lança aplicativo gratuito, que calcula e compara eficiência entre lâmpadas

O Ministério de Minas e Energia, o Ministério de Ciência e Tecnologia e o Ministério de Indústria e Comércio regulamentaram a portaria que proíbe a venda de lâmpada incandescente a partir de 2016. Para atender essas exigências, muitas indústrias já estão substituindo suas lâmpadas incandescentes por outros tipos de lâmpadas, como a LED.