Ações para melhorar a eficiência dos sistemas de ar comprimido

Uma pesquisa recente realizada pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos, segundo informou a Eccofluxo, mostra que para uma instalação industrial típica aproximadamente 10% da energia elétrica consumida é destinada à geração de ar comprimido e para algumas outras instalações, pode representar 30% ou mais. De acordo com a empresa, a eficiência global de um sistema de ar comprimido típico pode estar entre 10% e 15%, ou seja, para operar 1 cv de um motor pneumático, com 7 bar, cerca de 7 cv de energia elétrica são fornecidos a um compressor de ar.

FLC lança aplicativo gratuito, que calcula e compara eficiência entre lâmpadas

O Ministério de Minas e Energia, o Ministério de Ciência e Tecnologia e o Ministério de Indústria e Comércio regulamentaram a portaria que proíbe a venda de lâmpada incandescente a partir de 2016. Para atender essas exigências, muitas indústrias já estão substituindo suas lâmpadas incandescentes por outros tipos de lâmpadas, como a LED.

Pesquisa mostra que microrganismos podem reduzir produção de energia solar

Biofilmes superficiais formados por fungos e outros microrganismos, e associados a outros materiais particulados, podem reduzir em até 10% a produção de energia de painéis fotovoltaicos. A descoberta é resultado do estudo “Avaliação da influência de biofilmes (fungos e fototróficos) na eficiência energética de módulos fotovoltaicos”, realizado pela pesquisadora Márcia Aiko Shirakawa, do Departamento de Engenharia de Construção Civil, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. A pesquisa avaliou se o crescimento de microrganismos, no caso fungos e organismos fototróficos (como cianobactérias e microalgas), poderiam diminuir a aquisição da energia solar em módulos fotovoltaicos expostos na cidade de São Paulo.

USP inaugura em setembro laboratório para desenvolver soluções aplicadas ao pré-sal

A Escola de Engenharia de São Carlos – EESC da Universidade de São Paulo – USP inaugurará em 4 de setembro o Laboratório de Escoamentos Multifásicos Industriais – LEMI, financiado pela Petrobras com objetivo de desenvolver tecnologias que envolvam soluções na área de exploração e produção com aplicações no pré-sal. O prédio de 2 mil m2, localizado no campus 2 da USP, em São Carlos-SP, está em fase de acabamento.

Brasil tem chances de liderar a produção de etanol de segunda geração

Márcio Rebouças, gerente de desenvolvimento de processos da GranBio, disse que serão investidos cerca de R$ 4 bilhões até 2020 no projeto do etanol de segunda geração, o qual deverá ter capacidade anual de produção de 82 milhões de litros. A empresa, cuja planta está instalada no Estado de Alagoas, será a primeira fábrica de etanol do Brasil e do Hemisfério Sul. Deve iniciar em breve suas operações em escala comercial. “Vejo que o Brasil pode assumir essa liderança”, ressaltou Rebouças.

Três parques eólicos serão instalados no RN

No município de Areia Branca-RN serão construídos três parques eólicos e seus respectivos sistemas de transmissão. Os projetos – Usina de Energia Elétrica Carcará I, II e Terral – fazem parte do Complexo Areia Branca, controlado pela Voltalia Energia do Brasil, e terão capacidade instalada de 90 MW. Serão formados por 30 aerogeradores, produzidos pela Acciona Windpower do Brasil. Na etapa de obras, devem ser gerados 660 empregos.

Furnas desenvolve usina para gerar energia a partir de ondas de alto-mar

Furnas iniciou projeto de usina flutuante inédita no País, chamada de conversor offshore, para a geração de energia a partir das ondas de alto-mar com capacidade inicial de 100 quilowatts. “A ideia é de que a unidade atenda o Farol da Ilha Rasa e cerca de 200 casas existentes no local”, disse Renato Norbert, gerente da área de pesquisa, desenvolvimento e inovação de Furnas. Na segunda etapa, deverá gerar energia para plataformas do pré-sal. O gerente completou que a intenção também é atender navios que estejam ancorados a pouca distância da costa, aguardando para entrar em algum porto.