Associações da indústria criticam aumento da Selic

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Em sua primeira reunião de 2011, o Comitê de Política Monetária do Banco Central anunciou o aumento de 0,5 ponto percentual na Selic, elevando a taxa a 11,25% ao ano. O BC justificou o acréscimo como estratégia para desaceleração do consumo e contenção da inflação.

Em nota, o gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI (Confederação Nacional da Indústria), criticou: “A decisão do Copom é precipitada e compromete a capacidade de crescimento de longo prazo da economia”.

Paulo Skaf, presidente da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), também se manifestou: “O Banco Central do Brasil, além de cuidar da moeda, deveria se preocupar também com o emprego e o crescimento econômico, que serão penalizados por essa decisão de aumento dos juros”.

De acordo com a Anefac (Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), a elevação da taxa terá pouco reflexo para consumidores e empresas: em simulação, o acréscimo deve ficar em torno de 0,04 ponto percentual, chegando a 6,83%. No caso das pessoas físicas, os juros do cartão de crédito devem chegar a 10,73% ao mês.

Crédito: Wesley Sarto é graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Metodista de São Paulo e pós-graduado em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Desde de 2004 atua na área de comunicação e marketing e desde de 2007 integra a equipe de NEI Soluções.

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