As novas soluções para melhorar o gerenciamento logístico das indústrias

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Tudo na indústria deve e precisa ser otimizado: não se produz em excesso, planeja-se o que será fabricado e, consequentemente, sua destinação ao cliente final. Portanto, gerenciar de modo eficiente e integrado a cadeia logística, da produção à distribuição, permite disponibilizar o produto certo, na quantidade e lugar certos, dentro do prazo e com o mínimo custo, sem desperdício. A gestão logística deve ser percebida como um processo integrado capaz de apoiar a tomada de decisões.

Considerada uma atividade estratégica para as indústrias, já que impacta diretamente no custo final e no nível de satisfação do cliente, a logística está levando as empresas a buscarem novas soluções tecnológicas para planejar e otimizar seus estoques e suas entregas. Com esta seção, você tem a oportunidade de conhecer novas soluções em máquinas, equipamentos e produtos voltados ao setor logístico, incluindo o de embalagem – todos pesquisados pela equipe editorial nos mercados nacional e internacional. Alguns deles, internacionais, são de expositores da CeMAT Hannover 2016, importante feira de movimentação de materiais e logística, que acontece de 31 de maio a 3 de junho, em Hannover, na Alemanha.

O tema ganha relevância nessa seção pela sua importância nas atividades industriais; mas não se esgota. Nas próximas edições de NEI você encontrará outras soluções que também podem ajudá-lo a gerenciar melhor seus processos de movimentação, armazenagem e transporte de materiais, entre outros de suma importância nas demais áreas das plantas fabris.

O mercado logístico

Uma pesquisa sobre custos logísticos no Brasil, realizada pela Fundação Dom Cabral, através de seu Núcleo de Logística, Supply Chain e Infraestrutura, mostra o quanto a logística impacta nos negócios. Segundo o estudo, os custos logísticos no Brasil consomem 11,73% da receita das empresas – aumento de 1,8% em relação a 2014 –, revelando alto nível de dependência de rodovias (98%), profissionais qualificados (85%) e máquinas e equipamentos (78%).

Esse custo sofreu crescimento de 30% nas empresas com volume de vendas entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão. Os principais fatores de impacto no preço final são: custos com transporte, distribuição urbana e armazenagem. Para esse levantamento foram consultadas 142 empresas brasileiras de 22 segmentos industriais, cujo faturamento total equivale a 15% do PIB brasileiro. Para obter mais informações sobre a pesquisa acesse o site da Fundação Dom Cabral: www.fdc.org.br

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