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Antecipamos os lançamentos que contribuem para modernizar seu parque fabril

abril 5, 2010
Tempo de leitura 1 min

foto_hannover_2010Uma seção especial no NEI.COM.BR, que você acessa AQUI, oferece a você a oportunidade de conhecer os lançamentos de fornecedores mundiais. Eles incorporam os avanços tecnológicos mais recentes apresentados em Hannover 2010, sem comparação, a mais importante feira industrial do mundo que acontece de 19 a 23 de abril próximo, em Hannover – Alemanha. Este ano, nove feiras de setores diferentes atendem o interesse dos visitantes: Automação Industrial, Energia, Tecnologia para Usinas, Mobilitec, Indústria Digital, Fornecimento Industrial, CoilTechnica, MicroNanoTec, Pesquisa e Tecnologia ocupam os principais pavilhões desse macroevento.

A diversidade de produtos desta seção é uma amostra do que a indústria poderá dispor para modernizar seu parque fabril e otimizar seus processos.

CLIQUE AQUI e veja os produtos.

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2 Comentários

  • Responder Adilson Claro abril 12, 2010 at 11:27 am

    Caros leitores do Blog

    Como o Brasil quer exportar se não é competitivo para tanto?

    Sou brasileiro e vivo em Portugal já há 4 anos e somente vivendo fora do país é que vim a perceber quanto ufanismo tolo é que demonstrei durante minha vida profissional no Brasil.

    Para mim, nós produzíamos de tudo, exportávamos de tudo e ensinávamos o estrangeiro até a fazer aviões. Ledo engano!

    Quando passamos a viver fora do Brasil é que sentimos o quanto nossa economia é frágil e fraca.

    Quando cá cheguei, comecei a ver (só eu acreditava!) grandes oportunidades em diversas áreas a explorar. A primeira foi a de energias renováveis a biomassa, onde realmente o Brasil demonstra ter grande conhecimento. São centenas de centrais térmicas a funcionar com biomassa como combustível, que suprem as necessidades de inúmeras indústrias, que vendem seu excedente de energia obtendo lucro adicional para o seu negócio. Essas centenas de termoelétricas funcionam com tecnologia pseu do Nacional, já que usam as de domínio público e quando necessitam usar tecnologias mais avançadas, tem que apelar para industrias européias ou norte-americanas.

    Ao tentar trazer empresas brasileiras para a Europa, percebi que pelo menos cá em Portugal éramos muito bem vistos e as portas estavam ou melhor dizendo continuam abertas para importar nossos produtos. Uma grande empresa na área da produção e distribuição de energia, incentivou-me a acreditar que teríamos condições de competir com as gigantes nórdicas na área de energia a biomassa e assim empenhei-me em trazer para Portugal uma gigante brasileira na área.

    Foi a partir daí que as cores verde, amarela, azul e branco de meu sonho de trazer produtos brasileiros para Portugal começaram a desbotar e hoje tornaram-se um cinza e branco tão débeis que não passam mais do que marcas d’água em minha lembrança.

    A realidade do assunto importar a partir do Brasil, começou a se tornar mais viva no instante em que os empresários portugueses que me recebiam para falar sobre o produto que eu trazia na área das energias a biomassa, incitavam-me a pesquisar para eles no mercado brasileiro outros produtos, tais como aço para construção, aço inóx, papel industrializado, produtos de higiene e limpeza e pasmem, até mesmo recebi consultas para fraldas descartáveis!

    Ao pesquisar para meus clientes os referidos produtos, comecei a perceber que os preços de tais produtos no atacado no Brasil eram mais caros que o preço dos correspondentes produtos vendidos e produzidos aqui em Portugal e na Europa, no chamado retalho ou em português do Brasil, varejo. Eram até 50% mais caros; sim 50% mais caros e eu não estava comparando produtos brasileiros com chineses e sim com europeus ou japonêses. Chegou mesmo ao extremo de um produto como um simples desumidificador, muito utilizado na Europa, custar no Brasil 100% mais que o mesmo produto fabricado em Portugal e quando digo o mesmo produto digo que o projeto de fabricação era literalmente idêntico.

    Para mim a constatação dos fatos que acima descrevi, me fez tremer nas bases, pois já havia investido quase dois anos num projeto que para ter sucesso, dependia de um preço realmente competitivo, bem como do domínio total das tecnologias de ponta no setor das biomassas. Quanto a tecnologia, fui aos poucos sentindo que os equipamentos que eu estava a vender, apesar de custarem dezenas de milhões de Euros, tinham uma tecnologia que já não se usa praticamente no primeiro mundo, um problema que aparentemente poderia ser contornado caso fosse usada sob licença tecnologia de terceiros (europeus ou norte-americanos). Ocorre que os terceiros, detentores de tais tecnologias, tinham também interesses em participar nas mesmas concorrências de fornecimento, o que obrigou o fornecedor brasileiro a apelar para projetistas europeus que não possuíiam nem de longe a mesma quantidade de equipamentos em operação que os concorrentes diretos possuíam. Assim ao abrir das propostas as nossas estavam um mais baratas que as dos concorrentes porem esbarravam na tecnologia.

    A banca de técnicos do promotor da concorrência (aqui concurso), viu-se num impasse, pois a proposta brasileira era mais barata mas a tecnologia não dava as garantias solicitadas. Quando vi que éramos mais baratos que os concorrentes europeus, logo percebi que como estavam sozinhos (dois ou três grandes fornecedores) no mercado europeu deveriam estar com um preço final muito inflacionado em relação ao custo final real do fornecimento. O pior é que eu pensando dessa maneira estava totalmente certo, já que devido aos impasses quanto a tecnologia por nós oferecida e a discrepância de preço entre os concorrentes, deu lugar ao cancelamento da concorrência e abertura de uma nova.

    Bem não preciso dizer que na segunda concorrência (em substituição a primeira) a que fomos convidados a participar, os concorrentes europeus ofertaram novamente com tecnologia de ponta porém com preço mais baixo que aquele oferecido pelo fabricante brasileiro na primeira concorrência.

    Nos outros concursos para fornecimento de que participamos, só que desta vez para centrais elétricas menores, nossos preços estavam um pouco mais elevados que os dos concorrentes, mesmo não sendo exigida a tecnologia de ponta em termos de queima da biomassa.

    Vejam caros leitores deste blog, que por tudo o que eu disse até aqui, como acreditar que tenhamos potencial para exportar produtos manufaturados?

    Mesmo assim haverá leitor que irá dizer que existem na Europa empresas brasileiras que vieram implantar aqui suas fábricas e que isso mostra que a empresa brasileira tem capacidade para tanto. Pois eu direi que capacidade temos, e que as empresas brasileiras que aqui se implantaram o fizeram porque conseguem comprar matérias primas como o cobre por exemplo, muito mais barato que no Brasil, viabilizando a partir da Europa a exportação para o mundo.

    Outro fato é que empresas brasileiras que detém alta tecnologia, por exemplo na aviação, estão montando fábricas na Europa porque o custo Brasil esta muito elevado, o que as impede de concorrer com suas rivais canadenses.

    Depois de tudo isso, temos que continuar a exportar suco de laranja e soja, que já devem estar a usar tecnologias trangênicas importadas.

    Caro leitor, o que eu estou a falar não é brincadeira! O Brasil sobretaxa os produtos industrializados europeus, americanos ou japonêses, para que a industria nacional brasileira não venha a fechar. E não venha a falar o presidente Lula da Silva sobre protecionismo, porque protecionista é o Brasil, já que muita fábrica portuguêsa tenta exportar para nosso país e não consegue pois as taxas superam os 100% do preço do produto.

    A. Claro

  • Responder blog.nei.com.br abril 7, 2011 at 2:21 pm

    Antecipamos os lancamentos que contribuem para modernizar seu parque fabril.. Dandy 🙂

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